sexta-feira, 12 de julho de 2013
O trabalho com salas ambientes
Salas ambientes da área de Exatas..
Espaço auto instrutivo. Veja nas fotos abaixo as produções dos alunos.
Espaço auto instrutivo. Veja nas fotos abaixo as produções dos alunos.
PRODUÇÕES DOS ALUNOS NAS SALAS AMBIENTES DA ÁREA DE HUMANAS
Os armários da salas estão aos poucos sendo sendo equipados com materiais pedagógicos da área buscando otimizar o tempo e a aprendizagem.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Festa no Cerrado - Apresentações
Festa no Cerrado, contou com brilhante apresentação dos alunos do Centro Educacional
Cremilda O. Viana.
Com música de Luan Santana,
coreografada com auxilio da Prof de dança Edemara.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
PREMIAÇÃO PARA OS ALUNOS EM DESTAQUE EM LÍNGUA PORTUGUESA MAGDA
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Palestra no CEI - ALIENAÇÃO PARENTAL.
NA NOITE DE QUINTA-FEIRA 27/06/13, ROSÂNGELA NOGUEIRA MINISTROU PALESTRA COM O TEMA ALIENAÇÃO PARENTAL PARA OS ALUNOS DO PROJOVEM E DO EJA. CONFIRA AS FOTOS
GINCANA C.E.I
EQUIPES VENCEDORAS DA GINCANA CEI
EQUIPE AMARELA
MATUTINA - VESPERTINA
PARTICPANTES DAS EQUIPES VENCEDORAS
COMPARECEREM NA ESCOLA O MAIS BREVE POSSÍVEL
PARA MAIS INFORMAÇÕES.
terça-feira, 25 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
SAÚDE Doenças relacionadas ao meio ambiente
SAÚDE
Doenças
relacionadas ao meio ambiente
Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, das 102
doenças conhecidas 85 estão relacionadas ao meio ambiente. A principal delas é
a diarréia que, anualmente, extermina 58 milhões de anos de “vida ou vida saudável”
– um indicador usado pela organização.
A segunda doença mais relacionada ao meio ambiente (em
41% dos casos) é a infecção das vias respiratórias inferiores. Outra
enfermidade relacionada a problemas ambientais (em 40% dos registros) é a
malária.
O estudo da OMS aponta ainda muitas outras doenças que,
de alguma forma, se relacionam a problemas ambientais, como as cardiopatias
isquêmicas, problemas mentais, a AIDS, a desnutrição, a tuberculose, a asma,
algumas intoxicações, a perda gradual da função pulmonar, a elefantíase, a
perda de audição, entre outras.
São
muitas as doenças vinculadas à falta de saneamento. Elas interferem na
qualidade de vida da população e até mesmo no desenvolvimento do país. A
maioria dessas doenças é de fácil prevenção, mas causam muitas mortes, como o
caso da diarréia entre crianças menores de 5 anos no Brasil. Os índices de
mortalidade infantil também estão associados ao acesso a serviços de água,
esgoto e destino adequado do lixo.
As
doenças são transmitidas pelo contato ou ingestão de água contaminada, contato
da pele com o solo e lixo contaminados. A presença de esgoto, água parada,
resíduos sólidos, rios poluídos e outros problemas também contribuem para o
aparecimento de insetos e parasitas que podem transmitir doenças.
É
importante lembrar que os custos com prevenção dessas doenças são menores do
que os que se tem com a cura e a perda de vidas por causa delas. Também se
poderiam otimizar os gastos públicos com saúde se o dinheiro investido em
tratamento de doenças vinculadas à falta de saneamento pudesse ser direcionado
para outras questões.
Conheça
algumas das principais doenças relacionadas à falta de saneamento: amebíase,
ancilostomíase, ascaridíase, cisticercose, cólera, dengue, diarréia, disenterias,
elefantíase, esquistossomose, febre amarela, febre paratifóide, febre tifóide,
giardíase, hepatite, infecções na pele e nos olhos, leptospirose, malária,
poliomielite, teníase e tricuríase.
Vamos destacar a Amebíase,
que
ocorre quando o protozoário Entamoeba histolytica é ingerido através de algum alimento
contaminado. Ele fica no intestino grosso, de onde come (fagocita) o nosso alimento
digerido, e também pode ocorrer de comer parte da parede intestinal, podendo
atingir a corrente sanguínea e depois, ir para o cérebro e coração.
O E. histolytica toma a forma de um cisto quando está fora do corpo humano. No
cisto, a ameba fica muito mais resistente, podendo viver durante anos dentro da
água de rios, lagos, verduras, etc; Quando o homem os ingere novamente, o cisto
se quebra liberando as amebas, fechando o ciclo.
Sintomas:
variam muito, indo desde diarréias agudas (e com sangue) até dores
abdominais mais fracas.
Transmissão:
Alimentos e água infectados; Contatos sexuais anal-oral;
Prevenção: Manter a higiene é essencial para prevenir essa doença. Lavar as mãos após usar o banheiro, lavar muito bem as verduras, frutas, etc; Não utilizar excrementos animais como fertilizante nas lavouras, combater insetos que podem facilmente se contaminar, como moscas, baratas, ratos, etc;
Tratamento: Formas intestinais: Secnidazol - Adultos -
2g, em dose única. Crianças - 30mg/kg/dia, VO, não ultrapassando máximo de
2g/dia. Deve ser evitado no 1º trimestre da gravidez e durante amamentação. 2º
opção - Metronidazol, 500mg, 3 vezes/dia, durante 5 dias, para adultos. Para
crianças, recomenda-se 35mg/kg/dia, divididas em 3 tomadas, durante 5 dias.
Formas graves: (Amebíase intestinal
sintomática ou Amebíase extra-intestinal) -Metronidazol, 750mg, VO, 3
vezes/dia, durante 10 dias. Em crianças, recomenda-se 50mg/kg/dia, durante 10
dias. 3ª opção - Tinidazol, 2g, VO, para adultos, após uma das refeições,
durante 2 dias, para formas intestinais.
Para
reduzir os casos dessas doenças é fundamental que a população tenha acesso a
água boa, tratamento correto do esgoto (seja ele doméstico, industrial,
hospitalar ou de qualquer outro tipo), destinação e tratamento do lixo,
drenagem urbana, instalações sanitárias adequadas e promoção da educação
sanitária (que inclui hábitos de higiene), entre outras ações.
REFERÊNCIAS:
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